É MUITO POUCO…

Não é errado pensarmos que existam três tipos de brasileiros quando pensamos em política. Um deles é aqueles que sobrevivem expondo ideias, ou melhor, borrões políticos, sejam da oposição ou do governo em latu sensu. Defendem qualquer baboseira desde que ditas por algum político, astrólogo e ou advogado.  

O Segundo Tipo de Brasileiro é aquele que representa nas últimas eleições majoritárias o mais importante fato, o descrédito total pelas artimanhas políticas. O número crescente de brasileiro que não mais perde tempo defendendo ou se interessando pela fauna política, seja qual for a espécie ideológica.

O Terceiro tipo de Brasileiro é aquele que pensa mais seriamente o país como apenas uma maneira de sobreviver às barbaridades feitas e criadas diariamente pelo primeiro tipo de brasileiro descrito no inicio do texto.

Como é de conhecimento, este ano 2019 marca o inicio de um novo governo eleito pelas normas vigentes, e a mídia toda considerava fundamental  os primeiros cem dias para sabermos o que aconteceria de novidades. Estamos no meio do ano, mês seis – junho,  e nada de novo realmente aconteceu, a não ser a ladainha da reforma da previdência que é a evidencia clara que faltam informações fundamentais e básicas para qualquer possibilidade de diálogos para tal proposta, apenas slogan já vendidos durante décadas.

Não vamos relacionar o que fói dito nestes cento e cinquenta e três dias, mas as barbaridades foram de ambas as partes, mas podemos resumir da seguinte forma, rápida e curta: temos um grupo, os ex-pelegos, criticando tudo e os novos pelegos rezando para tudo dar certo.

É muito pouco.

 

Recebido:

02 de junho de 2019