19.09.2018

 

É bem provável que até o dia sete de outubro não tenhamos nenhuma novidade absurda no tocante ao mundo político que assola esta Perplexa Província.

Mas começa existir a percepção que alguma coisa não anda bem neste período de loucos e loucas soltos pela Perplexa Província em busca da gratidão expressa pelo voto.

No mundo virtual começou a aparecer comentários sobre um tal de voto útil, reflexo supremo da incapacidade política destes loucos e loucas que tomaram a coragem de propor atitudes nobres dentro de suas visões para a Perplexa Província, mas que não caíram no agrado da plebe ordinária, substituto da palavra povo, ou brasileiro ou até mesmo pagadores de impostos que seria o mais correto.

A questão do Voto Útil é sabermos para quem e o que isto acarretaria em termos práticos, ainda que na parte final do jogo jogado, nas prestações de contas do fundo partidário. Por que é sabido que a quantidade de loucos nesta aventura para se tornarem o presidente desta Perplexa Província está proporcionalmente relacionado à própria sobrevivência em quanto partido e a verba do fundo partidário.

Alguns analistas apontam que o povo, esta maioria silenciosa, não esqueceu o “espírito de 2013”, mesmo que tenha sido capturado posteriormente pelas organizações para-políticas. E agora cobra silenciosamente o seu preço nesta Perplexa Província.

A Perplexa Província foi usada pelos partidos políticos de todas as colorações e latitudes. A lógica, para não ficarmos demorado de mais nas explicações, foi o sucateamento dos serviços públicos e concomitantemente uma tal ‘revolução cultural’ que propalava informações sócio culturais que escondiam o desmanche da vida social. A violência sempre atendia a valores impositivos de um marketing político; a saúde à incapacidade de gestão e inúmeras outras conversas que fizeram desta Perplexa Província o paraíso das repetições de erros, que não se sabe se propositais ou não.

Quem não vive na órbita dos partidos políticos passou a viver na carne o jogo de azar que é sair de casa e conseguir voltar salvo. E como resultado desta panaceia há o fruto de várias décadas do mau uso do poder político sob todas as esferas públicas e as intenções de voto mostram isto, apesar das divergências intencionais de opiniões e explicações. Aquele velho ditado que diz que a voz do povo é a voz da razão anda solta nesta Perplexa Província.

Não há inocentes na política reinante nesta Perplexa Província, assim como o Planeta mudou urge mudarmos o caos que hoje é a nossa realidade palpável. Se foi a Constituição de 1988 e se foram os despreparos dos políticos que criaram feudos em todos os cantos e recantos não vão mudar o quadro atual, fruto da hegemonia  de três grupos políticos com o beneplácito dos meios de comunicação, rádio, tv e jornais. Mas a ‘massa silenciosa’ está ai, o fruto honesto e real destes desmandos que corroí há décadas esta Perplexa Província